2013: mais uma abertura forte de ciclo | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei
(Imagem: reprodução/ Youtube Vôlei Brasil ) Cada ciclo olímpico completo trazia algo novo ao Brasil de José Roberto Guimarães . Para 2008, por exemplo, a questão tinha sido sobreviver ao trauma de Atenas. Já para 2012, a meta girou em torno de manter a fome após, enfim, tornar o ouro realidade. E para 2016? Aí, o desafio seria dialético. Por um lado, nosso vôlei feminino evitaria o peso de correr atrás da classificação. Por outro, disputaria a Olimpíada em casa. Em pleno Rio de Janeiro. Com tudo o que aquilo representava. Tanto de energia positiva quanto de pressão/expectativa pelo tri. Até lá, o time precisava ser formado. E essa formação começou em 2013. Ano no qual a Seleção Brasileira manteve o padrão dos inícios de ciclo com Zé: muitas vitórias e títulos. Montreux abriu os trabalhos. Set jogado? Set vencido, do fim de maio aos primeiros dias de junho. A campanha incluiu vitórias sobre a Rússia B – uma na classificatória, outra na decisão. Das campeãs em Londres, a...