Camila Brait e Carol Gattaz: o poder do “correr certo”
Camila Brait e Carol Gattaz protagonizaram a última rodada da Superliga feminina . Ambas receberam homenagens, cada qual por sua razão... E, quando penso na trajetória olímpica das duas, me vem à mente o poder da mesma virtude. Brait tinha sido talhada como a sucessora natural de Fabi, na Seleção. Chegou a flertar com Londres e parecia o nome da vez de 2016. Só que aí veio Léia e, na bola, ganhou o posto de líbero pro Rio de Janeiro. Na época, Camila até anunciou aposentadoria da Amarelinha. Talvez, sei lá, não fosse pra acontecer... Mas era sim. A dificuldade na renovação do Brasil abriu uma nova possibilidade, pra Tóquio. E Brait voltou. E foi pros Jogos, em 2021, depois dos 30. E pisou no pódio junto a outra titular emblemática na campanha da “prata com gostinho de ouro”: Gattaz. Gattaz, aliás, viveu uma experiência muito peculiar na sua relação verde-amarela. Porque, depois de ser um dos últimos cortes pra Pequim, ela ainda comentaria, no SporTV, a Olimpíada na...