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Copa Brasil, 2026: Osasco leva o bi com banco funcionando e recuperação emocional rápida pós-Sul-Americano

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O Osasco defendeu seu título da Copa Brasil da forma mais cobiçada: ganhando o bi. E, apesar de não ter mais o melhor elenco do nosso vôlei feminino, como tinha em 2024-25, conseguiu a taça de 2026 muito por conta do banco – tanto nas intervenções do treinador (enaltecidas por Marco Freitas no SporTV ) quanto na entrada efetiva de atletas. Nesse sentido, é interessante pensar em Tifanny e Valquíria : duas titulares na maior parte da temporada passada, mas que, agora, viraram opções. E foram importantes na final. Tiffany marcou 15 pontos e Valquíria, cinco (quatro de bloqueio). Ambas mudando seus status iniciais e começando jogando no quarto e último set. Também vale pontuar a recuperação emocional osasquense. O time vinha de uma derrota por sets diretos ante o Sesi Bauru , na decisão do Sul-Americano . E, menos de uma semana depois, lá estava ganhando de Sesc RJ Flamengo e Minas pela primeira vez em 2025-26. Deixando somente um set escapar, somando-se os dois compromissos....

Copa Brasil 2025: a importância do plano B, na final do vôlei masculino

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  (Renato Pato arma-se para atacar a bola do título, encerrando o tie-break . Imagem: reprodução Youtube/GE ) - Minas e Joinville fizeram um final bem interessante na edição de 2025 da Copa Brasil . De um lado, a potência ofensiva e a agressividade de saque minastenista. Do outro, a filosofia jogueira, de minimizar erros, catarinense. Essas diferenças já garantiriam um duelo atrativo, em São José (SC). Mas o que deixou o embate bacana, de fato, foi a maleabilidade. O plano B dos dois lados. O time de Gui Novaes começou sentando o sarrafo no serviço – herdeiro direto da tradição do Cruzeiro. Não deu certo. A quantidade de aces e passes quebrados não pagava a conta. Joinville abriu 2 sets a 0, e a impressão era a de que seus rivais não teriam como se ajustar. Só que eles tinham, sim. Auxiliado pela maior homogeneidade do elenco, Minas recorreu ao banco – e à providencial mudança no saque, observada pelo comentarista Marco Freitas na transmissão do SporTV. Os saques mais vari...

Osasco, Sesi Bauru, Praia Clube e Minas: uma análise da Copa Brasil de vôlei feminino de 2025

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(Jogadoras osasquenses comemoram a conquista, em São José (SC). O clube não vencia uma competição de nível nacional desde 2018. Imagem: reprodução Youtube/GE ) - (Texto editado pela última vez em 28 de fevereiro de 2026) - Eu sei que competições de mata-mata não são ideais para análises. Ainda mais em jogo único, que dilui bastante os favoritismos. Mas a final da Copa Brasil feminina de 2025 trouxe um elemento tão relevante – nenhum grande mineiro disputando o ouro, algo inédito havia 10 anos – que me peguei pensando... O que os finalistas Osasco e Sesi Bauru têm que Praia Clube e Minas não têm, hoje? A resposta: equilíbrio nos elencos. Maior homogeneidade entre titulares e reservas. Especialmente Osasco. Na decisão, isso ficou claro. O campeão Oz terminou a partida com duas atletas saídas do banco: Valdez e Kenya. Dupla importante, ao lado da também reserva Polina, para o time sobreviver ao alto nível de atuação do Bauru – sobretudo em marcação de bloqueio e volume – e leva...

Semifinalista da Copa Brasil masculina de 2019, Copel Telecom Maringá fez melhor campanha do vôlei paranaense na competição

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(Post atualizado em 7 de agosto de 2024) (Imagem: reprodução/Youtube)   Apesar da derrota de 3 sets a 1 para o Sada Cruzeiro , em Lages (SC), nas semifinais da Copa Brasil de vôlei masculino de 2019, o Copel Telecom Maringá pôde voltar para casa de cabeça erguida. Nunca uma equipe paranaense havia ido tão longe na história do certame - tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Inaugurado em 2007 e disputado anualmente desde 2014, o torneio de mata-mata contou com representante do estado (também o Maringá) outras três vezes na versão masculina: 2014, 2015 e 2020. Nestas, o fim da linha ocorreu nas quartas de final. Já no feminino, o Curitiba Vôlei disputou a contenda em 2019 e 2021, também parando nas quartas. Falando do Maringá... Em 2014, o algoz foi o futuro vice-campeão Sesi-SP: 3 sets a 2, logo na estreia. Um ano depois, o time até ganharia do Voleisul na fase qualificatória (3 sets a 1), mas pararia no confronto seguinte, vitimado pelo campeão FUNVIC Taubaté (3 se...