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Mostrando postagens com o rótulo liga das nações de 2025

Liga das Nações masculina: um saldo da campanha do Brasil em 2025

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(Imagem: Guilherme Mattar) Agora que a VNL acabou tem um tempinho, é possível enxergar melhor o feito da Seleção na edição 2025 . Talvez a inesperada campanha na primeira fase, que incluiu liderança e vitórias ante os concorrentes diretos, dê ao bronze aparência menor... Uma carinha meio de prêmio de consolação. Mas, se pegarmos o histórico do Brasil na Liga das Nações , veremos que a terceira posição , na verdade, representou algo muito importante pro nosso vôlei masculino . Somando todas as VNL’s prévias, pra se ter ideia, a Seleça só tinha medalhado uma vez. Apenas em 2021, quando faturou um título marcado por condições especiais. No ciclo de Paris, então, a vida fora dura pra rapaziada verde e amarela. A equipe se viu eliminada sempre nas quartas, antes da disputa por medalha. Caiu assim em 2022... Em 2023... E também em 2024, com Bernardinho de volta e tudo – embora, neste caso, deva-se levar em conta a opção do treinador de manter a linha-base de Renan dal Zotto, pois a O...

Formação inicial: o erro que atrapalhou a Itália na final da VNL masculina

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(Imagem: Guilherme Mattar) (Texto atualizado em 5 de agosto de 2025) - Eu estava comentando a decisão da Liga das Nações , ontem, quando rolou a situação da Itália . Confesso que, no calor da jornada remota pela web rádio  Bate Fundo Esportivo , não me atinei pra gravidade do negócio. Pensei ser algo simples. Até estranhei quando o treinador Ferdinando De Giorgi pediu tempo logo num 0-2, tamanha a exaltação dos comandados. Adiante, achei inusitada a “inversão [1] ” da Azzurra com um ponteiro – ainda que, no caso, a atuação abaixo do craque Michieletto tornasse a mudança compreensível. Foi só mais tarde, assistindo à transmissão do Web Vôlei , que me dei conta do pepino. O comentarista Rangel Gurja explicou os detalhes. Então, “rebobinei” o SporTV 2  algumas vezes pra analisar a trama, auxiliado por Nalbert e Marco Freitas . Daí, observando, lendo e ouvindo calmamente, hoje, a ficha caiu de vera. A Itália cometeu um equívoco na formação inicial divulgada pro segun...

O saldo do vôlei feminino do Brasil na Liga das Nações de 2025

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A campanha do vôlei feminino do Brasil na Liga das Nações de 2025 foi importante em muitos sentidos. O país voltou a uma decisão grande – o que não rolava desde o Campeonato Mundial de 2022. Caiu apenas pra Itália, time superior aos demais, hoje. E foi mais competitivo na peleja do ouro: ganhou um set. Isso é bem relevante se lembrarmos o triplo 3x0 sofrido nas últimas três finais high profile (Olimpíada de 2020, VNL e Mundial de 22) disputadas até então. Além disso, a Seleção manteve-se postulante a pódio mesmo sem praticamente metade (Nyeme, Thaisa e Carolana) das titulares do bronze em Paris. Sem falar da perda de Ana Cristina , ainda antes dos playoffs . Há questões técnicas a serem pensadas pro futuro – sobretudo o lance das opostas. Mas três jovens verde-amarelas, em especial, saem da Nations maiores do que entraram: Julia Bergmann (24 anos), Julia Kudiess (22) e Marcelle (23). Se o Brasil vencesse o torneio, Julia B seria candidata a MVP. Após a lesão de Aninha, fic...

Turquia x Argentina e a polêmica da invasão sobre a rede

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(Texto atualizado em 22 de julho de 2025) - Tivemos um lance que deu bastante pano pra manga, na Liga das Nações masculina de vôlei. Foi no tie-break de Turquia x Argentina . O jogador do selecionado turco Matic subiu sozinho, na rede, e concluiu um contra-ataque após defesa sul-americana parcial. Os argentinos pediram desafio, alegando invasão por cima... E ganharam. Tanto a jogada quanto a partida, pois calhou de o lance ser o último do duelo. Aí, veio a reclamação – dentro e fora da equipe turca. O comentarista Marco Freitas, por exemplo, contestou o veredicto, numa transmissão posterior do SporTV. Pois bem. O que diz a regra em situações assim? Na subseção “Invasão sobre a rede”, o texto regulador informa [1] : “Ao bloquear, o bloqueador poderá tocar a bola além da rede, desde que ele/ela não interfira no jogo do adversário antes do golpe de ataque deste.” “Após um golpe de ataque é permitido ao jogador passar as mãos além da rede, desde que o contato inicial com a...

França: o destaque da primeira fase da VNL feminina

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É curioso. A grande sensação da Liga das Nações feminina é uma seleção que não chegou ao mata-mata: a França . A equipe de Cesar Hernández González – ex-Coreia do Sul e ex-auxiliar de Giovanni Guidetti no VakifBank – deu verdadeiro salto de qualidade, em 2025. Endureceu contra times importantes. Vide o Brasil. Zé Roberto e companhia só superaram o volume e o saque franceses no tie-break. Tal como Alemanha e Estados Unidos, aliás, que estarão nas quartas-de-final. Na comparação com a campanha de 2024, a primeira do país na história da VNL, as vitórias mais que dobraram: cinco, agora, contra duas. Nona colocação geral (entre 18 competidores), contra 14ª (entre 16). Flertou-se até com os playoffs – algo notável pra quem, por exemplo, só tem uma Olimpíada no currículo: a que sediou ano passado. E que voltará a disputar o Campeonato Mundial de vôlei após 51 anos de ausência. (Na chave brasileira, inclusive). As estatísticas individuais da França falam por si, nessa Liga das Nações...

Brasil x Itália... E um balanço da semana 1 do vôlei feminino na Liga das Nações

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Agora que o jogo contra a Itália já foi, e também a semana 1 da Liga das Nações , alguns panoramas ficaram um pouco mais claros no novo time do Brasil . Primeiro, a falta de Nyeme e Natinha. Sem as líberos protagonistas do ciclo olímpico anterior, o vôlei feminino verde e amarelo sentiu problemas no passe ao encarar os oponentes complicados. Laís não conseguiu cobrir mais quadra, no auxílio à caçada Ana Cristina . Mas houve uma boa notícia: Kika . A defensora do Minas deu gás à Seleção, no embate com as italianas. Boa parte da reação no confronto pode ser atribuída a ela. Se a semana não tivesse acabado, de repente a cidadã pudesse até começar a partida seguinte de titular. Veremos o que os treinos dirão. Lorena , em especial, foi a grande agarradora de oportunidade. Demonstrou tanto empenho na janelinha ofertada, na estreia, que dali por diante começou sempre jogando no meio-de-rede. Luzia teve trilha similar. Não virou titular, porém ajudou a mudar o panorama diante das alemã...

Brasil x Alemanha: agora, a Liga das Nações começou pro vôlei feminino!

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Assisti ao jogo do Brasil contra a Alemanha , ontem, até o início do quarto set, quando um compromisso me tirou da frente da TV. As alemãs pareciam prestes a vencer por 3x1. Eu não conseguia pensar numa forma da Seleção reverter o panorama. Voltei pra casa de noite. Então, peguei o celular, querendo saber o placar. E, pra meu espanto, descobri que a equipe de José Roberto Guimarães tinha vencido! No tie-break e tudo! Com participação ativa de Luzia e Jheovana na virada!   A Alemanha, primeira adversária brasileira “real” na campanha da Liga das Nações , foi também a primeira a testar Ana Cristina (de verdade) no passe – algo que deveremos ver muito nos embates do nosso vôlei feminino com rivais futuras. Isso comprometeu o desempenho da ponteira, destaque individual verde e amarelo na VNL, até ali. E Laís não estava conseguindo cobrir mais quadra e amenizar o problema. Mas o Brasa, ainda assim, saiu do xabú. As alemãs sentiram o drama de quem se vê perto de ganhar: começar...

Brasil x EUA: a vontade de Lorena, os saques de Aline e a constância de Aninha

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A vitória do vôlei feminino do Brasil contra os Estados Unidos , anteontem, veio de forma protocolar. As americanas estão na semana 1 de Liga das Nações com formação bastante mexida – o que deu à Seleção estofo e favoritismo pra ganhar de 3x0, num duelo de placares quase sempre liderados. Porém, jogo é jogo. E, como o quadro de José Roberto Guimarães tem novidades, houve coisas interessantes – e avanços – rolando no segundo compromisso verde e amarelo no Maracanãzinho . De mais relevante, talvez, pode-se destacar a titularidade de Lorena – um reconhecimento pela gana da central quando acionada na estreia, ante a Tchéquia. Substituindo Diana desde o princípio, agora, a melhor jogadora do Sesc RJ Flamengo na última Superliga ajudou a Canarinho a ganhar corpo no bloqueio. Ela e Julia Kudiess , combinadas, somaram sete pontos no fundamento. Reprisando o papel da partida anterior, a ponta Aline Segato foi usada duas vezes pra sacar. E, na segunda, mostrou-se fundamental. Graças à ...

Brasil x Tchéquia: Seleção inicia Liga das Nações feminina de vôlei com protagonismo de Ana Cristina

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Enfim, consegui assistir à estreia do Brasil na Liga das Nações feminina de vôlei. Reservei um tempinho e acompanhei o jogo contra a Tchéquia , ocorrido anteontem, no ginásio do Maracanãzinho . Foi uma vitória típica de pontapé inicial, com coisinhas a serem ajustadas à medida que a campanha de 2025 avançar. Mas tranquila, de forma geral: 3x0. Ana Cristina sendo o destaque (16 pontos – 50% de aproveitamento nos ataques), entendendo-se quase de pronto com Macris .   A Seleção pisou na quadra, no Rio de Janeiro , com cinco remanescentes do bronze na Olimpíada de Paris: ·          a levantadora Macris; ·          a oposta Tainara ; ·          as ponteiras Julia Bergmann e Aninha e ·          a central Diana . Complementaram o quadro titular: ·          a líbero Laís ...