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2023: a volta de Thaisa e a falta de Ana Cristina | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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(Seleção troca figurinhas durante partida contra o Japão, no Pré-Olímpico. Imagem: reprodução/Youtube GE ) A “ prata com gostinho de ouro ” teve seu valor. Mas era hora de virar a página. Vice de duas Ligas das Nações , da Olimpíada e do Mundial num curto intervalo de tempo – perdendo as três últimas finais por 3x0 –, o Brasil de José Roberto Guimarães precisava voltar a ter fome. E ninguém melhor do que Thaisa para resgatar esse sentimento. “Nós temos que dar um salto de qualidade, sim. A gente precisa ganhar uma grande competição. E, pra isso, a gente tem que trabalhar e evoluir mentalmente pra esse tipo de situação”, disse o head coach em entrevista ao Web Vôlei . Thaisa não vestia a camisa verde e amarela desde 2018 . Pedira dispensas em 2019 e 2021 – na última, o adeus soava definitivo. Só que Zé a convenceu a retornar. O título almejado pela comissão técnica, todavia, não viria em 2023. Temporada na qual a equipe não poderia escalar Carol Gattaz nem Julia Kudiess , gra...

2019: testes e retornos antes de Tóquio | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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(Zé instrui Gabi em duelo contra as dominicanas, no Pré-olímpico. Imagem: reprodução/Youtube Volleyball World ) Lesões, pedidos de dispensa e dificuldades na renovação pós-Rio 2016 forçaram a comissão técnica do Brasil a buscar soluções em 2019. Rodar. Testar possibilidades. E não tirar as veteranas do radar. Tal como 2018 , a temporada pautou-se por resultados abaixo da crítica nas principais competições. Apesar disso, a classificação olímpica – o objetivo maior – veio. Com contribuição relevante de quem? De uma das novatas testadas. Muito que bem... Comecemos pelo começo. Na Liga das Nações , a Seleção resgatou Léia . Conquistou a prata, entre maio e julho. Acabou superada pelos Estados Unidos, na decisão. 3x2, depois de abrir 2x0. A campanha salientou novo revés à Alemanha, que se transformava numa pedra no nosso caminho. Além de jogos duros com a emergente Polônia... Um êxito em sets diretos sobre a Turquia, já se inserindo no rol das badaladas, nas semi... E quedas an...

2015: pódios no Grand Prix e no Pan | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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  (Brasileiras em ação contra a Itália, na etapa decisiva do Grand Prix. A vitória por 3x1 garantiu-nos o bronze. Imagem: reprodução/Youtube Volleyball World ) Que tal relembrar mais uma temporadinha sagaz do vôlei feminino do Brasil ? Hoje, o tema é 2015. Nesse período, a Seleção usualmente buscaria qualificar-se à Olimpíada. Mas a vaga veio de antemão, desta vez. Por isso, José Roberto Guimarães e companhia não foram convidados a tomar parte da Copa do Mundo – que servia de classificatório. A temporada seria marcada por pódios. E algo até estranho: pela primeira vez desde 2007 , o time não se sagraria campeão ou vice do Grand Prix .   Bom, a parada começou com as juvenis peleando na Copa Pan-Americana , em junho. A equipe dirigida por Maurício Thomas tinha nomes como Drussyla , Ariane (mais utilizada de central do que na função de origem, oposta), Lorenne e Laís . Parou na fase de grupos, obtendo o sétimo lugar no mata-mata dos eliminados. Os Estados Unidos de ...

2013: mais uma abertura forte de ciclo | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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  (Imagem: reprodução/ Youtube Vôlei Brasil ) Cada ciclo olímpico completo trazia algo novo ao Brasil de José Roberto Guimarães . Para 2008, por exemplo, a questão tinha sido sobreviver ao trauma de Atenas. Já para 2012, a meta girou em torno de manter a fome após, enfim, tornar o ouro realidade. E para 2016? Aí, o desafio seria dialético. Por um lado, nosso vôlei feminino evitaria o peso de correr atrás da classificação. Por outro, disputaria a Olimpíada em casa. Em pleno Rio de Janeiro. Com tudo o que aquilo representava. Tanto de energia positiva quanto de pressão/expectativa pelo tri. Até lá, o time precisava ser formado. E essa formação começou em 2013. Ano no qual a Seleção Brasileira manteve o padrão dos inícios de ciclo com Zé: muitas vitórias e títulos. Montreux abriu os trabalhos. Set jogado? Set vencido, do fim de maio aos primeiros dias de junho. A campanha incluiu vitórias sobre a Rússia B – uma na classificatória, outra na decisão. Das campeãs em Londres, a...