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2019: testes e retornos antes de Tóquio | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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(Zé instrui Gabi em duelo contra as dominicanas, no Pré-olímpico. Imagem: reprodução/Youtube Volleyball World ) Lesões, pedidos de dispensa e dificuldades na renovação pós-Rio 2016 forçaram a comissão técnica do Brasil a buscar soluções em 2019. Rodar. Testar possibilidades. E não tirar as veteranas do radar. Tal como 2018 , a temporada pautou-se por resultados abaixo da crítica nas principais competições. Apesar disso, a classificação olímpica – o objetivo maior – veio. Com contribuição relevante de quem? De uma das novatas testadas. Muito que bem... Comecemos pelo começo. Na Liga das Nações , a Seleção resgatou Léia . Conquistou a prata, entre maio e julho. Acabou superada pelos Estados Unidos, na decisão. 3x2, depois de abrir 2x0. A campanha salientou novo revés à Alemanha, que se transformava numa pedra no nosso caminho. Além de jogos duros com a emergente Polônia... Um êxito em sets diretos sobre a Turquia, já se inserindo no rol das badaladas, nas semi... E quedas an...

2015: pódios no Grand Prix e no Pan | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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  (Brasileiras em ação contra a Itália, na etapa decisiva do Grand Prix. A vitória por 3x1 garantiu-nos o bronze. Imagem: reprodução/Youtube Volleyball World ) Que tal relembrar mais uma temporadinha sagaz do vôlei feminino do Brasil ? Hoje, o tema é 2015. Nesse período, a Seleção usualmente buscaria qualificar-se à Olimpíada. Mas a vaga veio de antemão, desta vez. Por isso, José Roberto Guimarães e companhia não foram convidados a tomar parte da Copa do Mundo – que servia de classificatório. A temporada seria marcada por pódios. E algo até estranho: pela primeira vez desde 2007 , o time não se sagraria campeão ou vice do Grand Prix .   Bom, a parada começou com as juvenis peleando na Copa Pan-Americana , em junho. A equipe dirigida por Maurício Thomas tinha nomes como Drussyla , Ariane (mais utilizada de central do que na função de origem, oposta), Lorenne e Laís . Parou na fase de grupos, obtendo o sétimo lugar no mata-mata dos eliminados. Os Estados Unidos de ...

Pan-Americano de 2003: a derrota que ajudou o Brasil a ganhar o ouro olímpico no vôlei masculino em Atenas

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(Post atualizado em 28 de maio de 2024) “Muitos acreditam que aquela derrota foi a pedra fundamental da construção da conquista do ouro em Atenas.” Aquela derrota, lembrada na frase acima, retirada do livro Transformando suor em ouro , de Bernardinho, aconteceu nas semifinais dos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo , em 2003. Exatamente um mês depois de uma das vitórias mais impressionantes da Seleção Brasileira masculina de vôlei em todos os tempos, o time que parecia imbatível parou diante da Venezuela , na República Dominicana. A equipe chegara havia pouco de Madri, onde, em 13 de julho, buscou um jogo complicado contra Sérvia e Montenegro e levou a Liga Mundial numa final memorável, vencida por 31-29 no quinto set. O clima no país verde e amarelo era de euforia. Aquela geração simplesmente ganhava tudo. Então, em 13 de agosto, a geração que ganhava tudo encarou os venezuelanos nas semi do Pan. Nenhum set perdido, até então. Só que algo não estava certo. Faltava alguma coisa...