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Mostrando postagens de março, 2026

Camila Brait e Carol Gattaz: o poder do “correr certo”

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Camila Brait e Carol Gattaz  protagonizaram a última rodada da Superliga feminina . Ambas receberam homenagens, cada qual por sua razão... E, quando penso na trajetória olímpica das duas, me vem à mente o poder da mesma virtude. Brait tinha sido talhada como a sucessora natural de Fabi, na Seleção. Chegou a flertar com Londres e parecia o nome da vez de 2016. Só que aí veio Léia e, na bola, ganhou o posto de líbero pro Rio de Janeiro. Na época, Camila até anunciou aposentadoria da Amarelinha. Talvez, sei lá, não fosse pra acontecer... Mas era sim. A dificuldade na renovação do Brasil abriu uma nova possibilidade, pra Tóquio. E Brait voltou. E foi pros Jogos, em 2021, depois dos 30. E pisou no pódio junto a outra titular emblemática na campanha da “prata com gostinho de ouro”: Gattaz. Gattaz, aliás, viveu uma experiência muito peculiar na sua relação verde-amarela. Porque, depois de ser um dos últimos cortes pra Pequim, ela ainda comentaria, no SporTV, a Olimpíada na...

Vasco, Fluminense... E a hora certa de fazer gol

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Existe hora certa pra fazer gol? Se sim, o clássico Vasco 3x2 Fluminense nos deu, ontem, três momentos candidatos, nesse departamento. O primeiro veio em questão de segundos, quando Canobbio abriu o placar tão logo a partida começou. Algo que fez o treinador oponente, Renato Gaúcho , repensar de cara sua postura prévia de fortalecer o meio-campo cruzmaltino. E se soltar cedo. Já o momento seguinte pintou do outro lado, no trecho inicial do segundo tempo. O Flu havia recém-anotado 2x0, dando pinta de parada resolvida. Luis Zubeldía e companhia controlavam o andamento – e, agora, tinham vantagem capaz de lhes dar conforto no marcador. Mas, cinco minutos depois do tento, Nuno Moreira diminuiu o prejú e recolocou os vascaínos na parada. Aí, aconteceu a vírgula que realmente mudou o tom da sentença no Maracanã , aos 42 do pós-intervalo:  Cuiabano encontrou espaço pra cruzar, pela esquerda, e Spinelli cabeceou lá dentro, empatando em 2x2. Dali por diante, jovem... A animação ...

Copa Brasil, 2026: Osasco leva o bi com banco funcionando e recuperação emocional rápida pós-Sul-Americano

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O Osasco defendeu seu título da Copa Brasil da forma mais cobiçada: ganhando o bi. E, apesar de não ter mais o melhor elenco do nosso vôlei feminino, como tinha em 2024-25, conseguiu a taça de 2026 muito por conta do banco – tanto nas intervenções do treinador (enaltecidas por Marco Freitas no SporTV ) quanto na entrada efetiva de atletas. Nesse sentido, é interessante pensar em Tifanny e Valquíria : duas titulares na maior parte da temporada passada, mas que, agora, viraram opções. E foram importantes na final. Tiffany marcou 15 pontos e Valquíria, cinco (quatro de bloqueio). Ambas mudando seus status iniciais e começando jogando no quarto e último set. Também vale pontuar a recuperação emocional osasquense. O time vinha de uma derrota por sets diretos ante o Sesi Bauru , na decisão do Sul-Americano . E, menos de uma semana depois, lá estava ganhando de Sesc RJ Flamengo e Minas pela primeira vez em 2025-26. Deixando somente um set escapar, somando-se os dois compromissos....