Copa Brasil, 2026: Osasco leva o bi com banco funcionando e recuperação emocional rápida pós-Sul-Americano

A imagem em questão é um desenho, feito à mão e depois editado, do escudo do clube de vôlei Osasco. Este desenho tenta representar o símbolo como aparecia em uniforme recente da equipe osasquense. No emblema desenhado, pode-se ver parte de uma bola de voleibol e a estrutura de uma ponte, além do termo “Osasco Voleibol Clube” escrito em caixa alta (com a palavra Osasco em letra maior, escrita acima das outras), e linhas de contorno.

O Osasco defendeu seu título da Copa Brasil da forma mais cobiçada: ganhando o bi. E, apesar de não ter mais o melhor elenco do nosso vôlei feminino, como tinha em 2024-25, conseguiu a taça de 2026 muito por conta do banco – tanto nas intervenções do treinador (enaltecidas por Marco Freitas no SporTV) quanto na entrada efetiva de atletas.

Nesse sentido, é interessante pensar em Tifanny e Valquíria: duas titulares na maior parte da temporada passada, mas que, agora, viraram opções. E foram importantes na final. Tiffany marcou 15 pontos e Valquíria, cinco (quatro de bloqueio). Ambas mudando seus status iniciais e começando jogando no quarto e último set.

Também vale pontuar a recuperação emocional osasquense. O time vinha de uma derrota por sets diretos ante o Sesi Bauru, na decisão do Sul-Americano. E, menos de uma semana depois, lá estava ganhando de Sesc RJ Flamengo e Minas pela primeira vez em 2025-26. Deixando somente um set escapar, somando-se os dois compromissos. 

Eu ainda vejo o Oz atrás de algumas equipes... Porém, o fim da Superliga promete. Com o Sesi campeão continental... E o grupo de Luizomar de Moura bi da Copa Brasil... As coisas tendem a ficar animadas nos playoffs que logo, logo vem aí.

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