Fluminense, Unión Española e a importância tática do centroavante

Desenho, feito à mão e com fundo azul claro, representando as camisas usadas por Fluminense e Unión Española em partida da fase de grupos da Copa Sul-Americana de futebol masculino de 2025.

Everaldo realmente não caiu nas graças da torcida do Fluminense, ontem. Desperdiçou oportunidades – incluindo pênalti e rebote –, errou passe importante... Levou vaias, no Maracanã.

Dureza para quem já cumpria papel complicado: substituir Germán Cano.

Mas o centroavante fez algo válido de se destacar. Algo que pavimentou o caminho do primeiro gol tricolor ante o Unión Española, pela Copa Sul-Americana.

No cruzamento de Arias pela direita, Eve realizou a parede, prendendo a marcação. Isso deixou o caminho livre no segundo pau para Keno vir de trás e – sozinho – abrir o 2x0 que possibilitou ao Flu dormir líder de sua chave, a uma rodada do fim da fase de grupos.

Se o atleta do Unión tivesse caído, de repente o árbitro pudesse dar falta do camisa 9. Não há como saber. Ainda assim, a jogada ilustra quão importante é o trabalho sem bola da referência do ataque. E como, a ela, não cabe só botar a pelota no fundo da rede alheia.

Vide a França campeã do mundo em 2018.

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