Rayr: da reserva no Ferroviário aos pênaltis defendidos, pelo Maracanã-CE, na Copa do Brasil

 

A imagem, um desenho feito à mão, de fundo azul claro, mostra um goleiro posicionado sob as traves que defende. Ele usa a camisa número 23, aludindo ao número utilizado pelo arqueiro Rayr, do Maracanã-CE, na temporada 2025.

O goleiro Rayr é a grande história da Copa do Brasil, até aqui.

Na primeira fase do torneio, o estreante Maracanã-CE, seu clube, eliminou o conterrâneo Ferroviário nos pênaltis. Ele pegou uma cobrança, na série decisiva.

Diante do Ceilândia-DF, adiante, o roteiro foi igual. E o camisa 23 catou outra, no desempate.

E na terceira fase?

Bom, aí o favorito Internacional prevaleceu: 4x0 no placar agregado, dois gols anulados, coisa e lousa. Mas Rayr aprontou de novo. Defendeu três penalidades – uma no jogo da ida, duas na volta.

A façanha chama atenção extra quando se pensa que o rapaz de 26 anos vem alternando passagens pelo Azulão e outras equipes cearenses, ao longo da carreira profissional. E, em 2024, terminara o ano na reserva do Ferroviário.

Daí que, em 2025, Rayr retornou ao Bicolor da região metropolitana de Fortaleza – e à titularidade. E, com ela, aproveitou a vitrine da exposição nacional.

Ah... Como se não bastassem as atuações transmitidas pelo SporTV, contra o Inter, ainda teve o lance do pai do goleiro... Prevendo que rolaria um penal colorado de cavadinha. O que de fato aconteceu.

Pouca estrela, hein?

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