França: o destaque da primeira fase da VNL feminina

A imagem mostra um desenho – feito à mão – com os seguintes elementos, dispostos num fundo branco: a bandeira da França, uma bola de voleibol em movimento e um símbolo aludindo à logo da Liga das Nações de voleibol.

É curioso. A grande sensação da Liga das Nações feminina é uma seleção que não chegou ao mata-mata: a França.

A equipe de Cesar Hernández González – ex-Coreia do Sul e ex-auxiliar de Giovanni Guidetti no VakifBank – deu verdadeiro salto de qualidade, em 2025. Endureceu contra times importantes. Vide o Brasil. Zé Roberto e companhia só superaram o volume e o saque franceses no tie-break. Tal como Alemanha e Estados Unidos, aliás, que estarão nas quartas-de-final.

Na comparação com a campanha de 2024, a primeira do país na história da VNL, as vitórias mais que dobraram: cinco, agora, contra duas. Nona colocação geral (entre 18 competidores), contra 14ª (entre 16).

Flertou-se até com os playoffs – algo notável pra quem, por exemplo, só tem uma Olimpíada no currículo: a que sediou ano passado. E que voltará a disputar o Campeonato Mundial de vôlei após 51 anos de ausência. (Na chave brasileira, inclusive).

As estatísticas individuais da França falam por si, nessa Liga das Nações. A oposta Ndiaye terminou a fase regular como maior pontuadora (233 pts) e também sacadora (23 aces). E a líbero Gelin deixou o certame líder no quesito defesa (180), além de quarta nos passes (74 bem sucedidos).

Uma nação pra ficarmos de olho, no futuro.

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