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Mostrando postagens de maio, 2024

2011: título no Pan, vaga olímpica adiada | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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  (Imagem: reprodução Youtube/canal de Evandro Zatti ) Pensa num ano puxado. De julho a novembro, o Brasil relembrou 2009 e jogou sete – sete! – torneios. E não dava para descuidar. Com Grand Prix , Pan-Americano e Copa do Mundo no horizonte – esta última valendo vaga à Olimpíada –, cada páreo contava para preparar o time. O máximo que a comissão de José Roberto Guimarães se permitiu foi repartir a Seleção feminina de vôlei nos dois primeiros campeonatos da temporada. E isso porque esses certames encavalaram. De resto, viu-se uma mesma espinha dorsal na quadra. Apenas mudanças pontuais, sobretudo nas pontas – algumas envolvendo Jaqueline . O 2011 dela não foi fácil. Nem o de Natália . E nem o da própria equipe, que seria bem-sucedida numa de suas missões centrais. Mas, em outra, propiciaria um momento incômodo – e raríssimo – na era Zé. Antes de chegar nesse momento, comecemos pelo... Começo. Na Copa Pan-Americana , a metade dirigida por Zé Roberto – capitaneada por Fabi...

2010: vice no Mundial, numa incomum temporada sem títulos | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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  (Imagem: Reprodução Youtube/canal Qbanache ) A situação não era nova. Cada lado se conhecia bem – muito bem, aliás. Já era o quarto jogo, valendo, entre Brasil e Japão num intervalo de 12 meses. Japão... Adversário que as comandadas de José Roberto Guimarães acostumaram-se a bater. Vencendo oito dos últimos nove confrontos diretos. Só tinha um porém. A única derrota rolou logo no duelo anterior. E não foi uma derrota qualquer. O 3x2 das japonesas, no fim de agosto, contribuiu para a Seleção feminina não alcançar o tri do Grand Prix . Aliás, tinha outros poréns. O Japão vivia boa fase. Sediava aquele Campeonato Mundial . Frequentava a semifinal do bendito depois de 28 anos. Ah, e ainda abriu 2x0 na partida, disputada em 13 de novembro – contagiado por 11 mil espectadores eufóricos no estádio nacional Yoyogi. O segundo set foi uma batalha: 35-33 às anfitriãs, que sobreviveram a nove set points verdes e amarelos. Parecia que não ia rolar. Na terceira parcial, o Japão chego...

2009: Brasil inicia ciclo de Londres em busca da sucessora de Fofão – e com aproveitamento altíssimo | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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  (Zé Roberto passa instruções em duelo com a Itália, na Copa dos Campeões. Imagem: Reprodução Youtube/canal Guga Vôlei ) Se você acompanha a série com regularidade, deve lembrar que, em 2005, a Seleção feminina teve aproveitamento de quase 95% . Um feito e tanto para quem vinha de trauma olímpico recente. Pois na sétima temporada do Brasil sob o comando de José Roberto Guimarães , o rendimento subiu: 96%, num ano forrado de competições – sobretudo regionais. E de procura pela substituta de Fofão , aposentada da Amarelinha. Bora conferir, passo a passo, a trilha do nosso vôlei em 2009? O COMEÇO A jornada da SFV à Londres principiou em Montreux , o que não acontecia desde 2006. E, assim como daquela vez, pintou título. A líder do ranking mundial garantiu-se perdendo apenas uma parcial. Todas as inscritas jogaram. Incluindo freqüentadoras da equipe de novas do ciclo anterior. Das que não douraram em Pequim, destaque para Carol Gattaz – eleita melhor bloqueadora do páreo su...

2008: Auge na hora certa, ouro em Pequim | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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(Imagem: Reprodução/Youtube Olimpíadas ) Era o sonho de qualquer comissão técnica: chegar à hora H com o time rendendo o máximo. Especialmente em ano olímpico. O Brasil feminino estava tão intenso, às portas de Pequim, que alguns se ressabiaram. Será que as campeãs do Grand Prix de 2008 não tinham alcançado o auge cedo demais? Na verdade, ainda havia margem, segundo Carol Albuquerque . A CT até segurou as atletas nos treinos , percebendo a alta octanagem às mãos. Foi como se, depois dos percalços e críticas, o conjunto de José Roberto Guimarães tivesse criado casca para agarrar o grande título que o vôlei nacional – e aquela geração – tanto perseguia. Mas não seria tão fácil quanto a campanha geral nas Olimpíadas , de um único set perdido no torneio inteiro, pode sugerir. A semifinal contra a China que o diga. Antes de falar do ouro... Rebobinemos a fita para o início da temporada de seleções. Entre maio e junho de 2008, a esquadra de novas competiu na Copa Pan-Americana , ...

2007: Derrota no Pan mantém público desconfiado | Especial Zé Roberto, 20 anos na Seleção Brasileira feminina de vôlei

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  (Cuba sobrevive a um dos match points do Brasil,   no  tie-break valendo o ouro do Pan.  Imagem: Rede Globo/Reprodução Youtube ) Os Jogos Pan-Americanos não tem mais tanta importância no nosso vôlei de quadra. Mas houve tempo em que jogá-lo com força máxima era crucial. Que o diga Bernardinho. O ouro em Winnipeg, 1999, batendo Cuba, talvez seja a maior conquista do treinador dirigindo a Seleção feminina na década de 90. Em 2007, a palavra Pan significava “prioridade” no dicionário brasileiro (junto à Copa do Mundo). No Rio de Janeiro, ainda por cima? Quer dizer... José Roberto Guimarães e comandadas não tinham nem como fugir da cobrança. Precisavam vencer. Os trabalhos começaram, àquele ano, no vice da Copa Pan-Americana , na segunda quinzena de junho. Quem competiu foi o time juvenil, aos cuidados de Luizomar de Moura . A taça ficou com as cubanas, no México. Dentro do jovem plantel verde e amarelo estavam Camila Brait – melhor líbero do torneio –, Natália ,...